O mundo e as bandas coloridas

11/08/2010 10:25

 Como diria “Leandro Saraiva”, esse é um blog com crise de identidade.

 

Por que não quer ser apenas um amontoado de palavras (e imagens) jogadas para pára-quedistas lerem ocasionalmente.

 

Mas ali diz que é também um vlog (misto de vídeo e blog).

 

Mas confesso que não me sinto muito disposto a mostrar a cara.

 

 Ou dar a cara à tapa se não for por um bom motivo.

 

Com meus livros á venda e o site “pronto”, o jeito é falar de algum assunto interessante.

 

O que está na moda hoje em dia é a critica fútil á bandas coloridas, e músicos emo de terceira “catíguria”.  

 

Restart, cine, nxzero, fresno e companhia são conseqüências  do entorpecimento da sociedade das ultimas duas décadas.

 

 O Brasil finge que saiu da ditadura militar e leva a população a agir de modo a buscar o que eu chamo de Brasília way of life.

 

Claro que em outras épocas também existia bandas ruins, mas se formos comparar épocas, podemos dizer assim.

 

Na década de 70 do século passado os universitários e estudantes em geral ouviam Caetano Veloso e Gilberto Gil ou Tom Jobim e João Gilberto.

 

 E hoje existe o chamado sertanejo universitário que “faz” a cabeça do estudante, mais os grupos de pagode ou aquelas bandas do norte/ nordeste que fazem música de duplo sentido ou etc, etc, etc. 

Numa época de repressão clara o jovem deveria e necessitava se impuser no mundo.

 

 Hoje existe a ilusão (um conto de fadas), planejada por novelas chamadas por algum critico de neo-realista (que de realista não tem nada), pela adoração cada vez mais absurda pelas celebridades instantâneas e idéias jogadas por gurus (falsos profetas) que prometem o mundo aos mais incautos. 

 

Nos anos oitenta os jovens adoravam Renato Russo e cazuza mesmo eles não sendo exemplo de beleza e bom comportamento...

 

Mas eles tinham uma capacidade de se conectar com os jovens (por sinal até hoje) que o corte de cabelo nem era necessário.

 

Hoje o mundo tendo que agüentar Tókio Hotel e seu estilo “mamãe eu quero ser menina” e Justin Bibber e outros que fazem com que as gravadoras e o público simplesmente nem aceite o músico se ele não tiver um comportamento afeminado ou quem sabe uma carteirinha de modelo da Ford (ou similar), fruto dessa época tão fútil, consumista  e por que não dizer inerte.

 

Eventos catastróficos dos últimos anos.

Cazuza morreu em 1990. Uma pena.

 

A música sertaneja dominou o país. Elevando o índice de analfabetismo.

 

O grunge morreu com um tiro na cabeça deixando a música órfã cedo demais. 

 

Pode parecer um pleonasmo, mas... Renato Russo morreu em 1996 e o rock morreu um pouco mais.

 

Os anos 90 foram feitos por uma infinidade de bandinhas que lançam uma música e desaparecem.

 

Ex: Corona,

 

 

Aqua e a insuportável Barbie girl.

 

Depois surgiram os emo e bom...  O resto é história.

 

 

 

 

 

 

Ass. Andrew Macarthy   

 

 Se você curtiu.....

Talvez curta também 

 

 Clique nas imagens para comprar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Enquete

Emita sua opinião sobre a matéria e sobre o blog! aprovou? ou não?

Aprovou? (1)
50%

Não aprovou? (1)
50%

Total de votos: 2